Do dia 02 de Junho a 12 de Setembro de 2012 realizamos o que chamamos de TRIP OF LIFE. Juntos, Érick Luchtemberg e Thayane Pezzi, nos aventuramos em uma viagem de 103 DIAS pela: Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Indonésia, Tailândia, Laos, Malásia, Vietnam e Camboja. Relatamos cada momento que passamos e diversas dicas para quem futuramente deseja seguir alguns dos nossos passos.

Enjoy it!

domingo, 29 de julho de 2012

Day # 58 - Tailândia

Fomos tomar o nosso café da manhã no mesmo local do primeiro dia e em seguida fomos para o Chatuchak, o Weekend Market. Confirmamos com a guria do hotel e o valor do taxi seria entre THB 100 e 150. Achamos um taxi, pedimos pro motorista que confiromu, THB 150,00 pra levar a gente até lá.

O lugar é enorme. São mais de 8.000 lojas. Andamos bastante pela rua e becos com lojas e mais lojas. Em relação aos preços, nada muito bom. A única coisa que acabamos comprando foram um lenços pra Thayane. Haviam também algumas esculturas de madeira baratas, mas vamos deixar pra comprar tudo no final, no sul da Tailândia, que será a nossa última parada antes de voltar pra Sydney.

Aqui monge que não se comporta vai pra caixa de plástico.

No bargain, no fun!


De lá seguimos para o MBK, um shopping center. Segundo a Thayane tinha visto no maps do celular, dava pra ir a pé. No entanto, logo vimos que não seria possível. Paramos um taxi: THB 200,00. Achamos um absurdo, pois era na metade do caminho de Khao San até onde estávamos e íamos pagar mais do que a vinda. Paramos o segundo e falou o mesmo preço. Sem muita alternativa acabamos seguindo com ele.

Chegamos no shopping que é enorme, com 6 andares. Porém, é praticamente um shopping de camelô. Basicamente as mesas lojas que tinham no Weekend Market ou na Khao San Road. Como já estava na hora do almoço e a Thayane queria muito comer sushi, fomos em um lugar do shopping com international food. Não achamos sushi e acabando indo de pad thai mesmo. Vimos o prato exposto e achamos que seria uma boa opção. Mas na hora que veio o nosso prato, bem menor e ainda por cima não tão bom.



De lá partimos para o Siam Discovery, um shopping na frente. Esse sim era um shopping de verdade, mas nada muito bom. Seguimos para outro shopping Siam, o Paragon. Um shopping enorme e com várias lojas de grife. Na hora de ir embora fomos pegar um taxi. A primeira surpresa é que tinha fila para pegar taxi, e a segunda surpresa é que quando chegou a nossa vez, falamos pro cara do micofone que íamos pra Khao San Road e nenhum taxi queria levar, todos riam. Até que um aceitou. Pedimos o motivo da risada, o inglês dele era básicão, mas em poucas palavras entendemos o que eu já desconfiava, que para Khao San Road não vale a pena para os taxis levar com taximetro ligado. Para Khao San Road eles tem que negociar preço e é lógico que eles sempre logram os turistas e cobram bem mais. Para o motorista que nos levou do Weekend Market até o shopping eu pedi antes dele nos largar quanto daria mais ou menos até Khao San Road ali do shopping e ele disse que uns THB 200,00. Chegamos em Khao San Road nesse taxi que tinha o taximetro ligado por menos de THB 100,00.





Lamborghini.
Fila para pegar o taxi.

Conclusão: é tudo uma grande máfia! Se você vier para Bangkok a minha dica é pegar taxi. No entanto, não peça quanto é até o lugar que você deseja ir. Apenas entre no carro e antes do motorista sair faça ele ligar o taximetro. Além disso, pegue o caminho no maps do seu celular e fique acompanhando se o motorista está levando pelo caminho correto. Se achar ainda melhor, por segurança, bem na frente do carona tem o registro do motorista com a foto dele e o número do telefone de proteção ao cliente. Tire uma foto desse registro do motorista com o número de telefone. Muitas vezes você não vai achar motorista que queira ligar o taximetro, nesse caso não vá. Nesse taxi que nós pegamos para voltar pra Khao San Road a Thay achou uma tabela com os valores justos a serem pagos por kilometragem, mas nem todos os taxis tem.

Saiba o valor justo para pegar um taxi em Bangkok.
Obs: no aeroporto tem uma taxa extra de THB 50,00.

Voltamos para o hotel e em seguida fomos fazer uma massagem. Meia hora de massagem por apenas THB 100,00 cada. Depois voltamos pro hotel, tomamos banho e organizamos as nossas malas para a viagem para Chiang Mai de amanhã.



Em seguida fomos para as compras. Na Tailândia, pelo menos aqui em Bangkok, também tem que chorar desconto, mas não é como na Indonésia que tem que oferecer 1/5 do preço que eles passam. A Thay comprou uns vestidos, umas regatinhas e uma camiseta e eu comprei uma regata, uma camiseta e a mala para seguir viagem aqui pra frente. Precisamos de um reforço para as nossas roupas. Em relação aos vestidos, regatas e camisetas, eles geralmente baixam uns BTH 60,00 em relação a primeira oferta, que é de THB 250 e 300,00. O engraçado é que quando comprei a minha regata e a camiseta da Thay os vendedores aceitaram de cara a nossa primeira oferta, dai saímos com a sensação de que poderíamos ter oferecido menos. Mas também nos demos conta no meio do caminho, que as vezes ficamos chorando THB 20,00 de desconto, muito mais pela adrenalina da negociação do que realmente pelo valor, pois isso significa menos do que 65 cents em uma camiseta ou regata que não custa mais do que AU$ 6,00 para nós. Depois disso acabamos nem chorando tanto, mas pensando quanto seria um preço justo para pagarmos. Em relação a mala, não sabia se comprava uma mala ou um mochilão. Acabei ficando no meio termo, comprando um mochilão que tem rodinhas. Assim posso adaptar ela aos diferentes solos na viagem daqui pra frente.

Largamos as coisas e voltamos para jantar na mesma carrocinha de pad thai de ontem. Precisamos enfrentar uma fila de mais de 15 minutos para comprar os nossos pad thai de THB 30,00. E até agora um dos melhores.

Pad thai mais disputado de Bangkok.

Em seguida voltamos para o hotel, finalizar a arrumação das malas e depois capotar na cama.


103 Dias na Telinha...


 

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